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my green story

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21
Mar22

Dia da Árvore!

Elsa Caeiro e Elsa Santos

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Hoje, dia 21 de Março comemora-se o dia da árvore. É um dia de extrema importância, pois muitas, mesmo muitas pessoas ainda não percebem a verdadeira dimensão da importância das árvores a diversos níveis. Sem elas não há vida no planeta, são elas que nos fornecem o oxigénio que respiramos, são suporte de biodiversidade, mas são sobretudo, aliados essenciais para combater as alterações climáticas, quer a nível da mitigação quer a nível da adaptação. Quer isto dizer que são essenciais para absorver gases poluentes e assim reduzir as emissões de CO2, e deste modo contribuir para desacelerar a evolução das alterações climáticas. Mas também são essenciais para nos adaptarmos melhor a essas alterações, que já estão a acontecer. Ajudam a regular a temperatura, a regular o ciclo hidrológico, a fixar os solos. Mesmo assim continuam a ser muito mal tratadas…

Por isso, é essencial relembrar o dia da árvore, e aproveitar para alertar para a importância que elas têm na nossa saúde, na resiliência das nossas cidades, e na nossa própria sobrevivência.

Plantar árvores é uma maneira incrivelmente barata e simples de melhorar o bem-estar das pessoas numa cidade. Porque é que continuamos a fazer o contrário?

Devíamos todos preocupar-nos com a qualidade do ar nas nossas cidades. Tantas campanhas que há a alertar para os malefícios do tabaco, mas esquecem-se de dizer que o ar poluído pelos escapes dos nossos automóveis é bem mais nocivo para a nossa saúde. E as árvores são o único mecanismo capaz de purificar o ar.

Se ainda tem dúvidas da importância das árvores, faço aqui um breve resumo da sua importância em meio urbano:

1.embelezam as cidades e promovem o bem-estar físico e psicológico;

  1. Filtram o ar e reduzem a poluição;
  2. Oferecem sombra e refrescam o ambiente;
  3. Absorvem dióxido de carbono e ajudam a mitigar as alterações climáticas
  4. Aumentam e protegem a biodiversidade;
  5. Produzem alimento e matérias-primas;
  6. Melhoram as condições do solo e evitam a erosão;
  7. Reduzem a poluição sonora;
  8. Protegem contra ventos, cheias e chuvas torrenciais;

Em resumo, mais árvores nas cidades significa melhor qualidade de vida!

23
Fev22

Precisamos de mais árvores!

Elsa Caeiro e Elsa Santos

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Há cerca de 2 semanas saiu uma notícia na revista “Mensagem” com o título “Lisboa precisa de mais árvores para enfrentar o calor que aí vem”.

E não há dúvidas que Lisboa precisa de mais árvores, mas as outras cidades também precisam. Cidades, vilas e aldeias precisam de mais árvores para combater o efeito das alterações climáticas. E em especial no Alentejo, precisamos de mais árvores se não queremos assar no Verão.

Pena que decisores políticos, técnicos das autarquias e população em geral ainda não tenham percebido isto. E não são amostras de árvores, ou arbustos que nos vão salvar. Pelo menos não sozinhos. Precisamos de árvores de grande porte, que deem sombra a sério, e que com a frescura das suas folhas consigam ajudar a tornar a temperatura mais amena e os espaços mais confortáveis.

É com muito agrado que vejo estudos sobre este tema a serem publicados e a virem dar credibilidade científica àquilo que já defendo há tantos anos. Aliás nós aprendíamos na escola em bem tenra idade que as árvores fazem a fotossíntese. Para isso, absorvem luz solar e dióxido de carbono. Libertam oxigénio e vapor de água. Funcionam como um depurador de ar e ar-condicionado natural.

Por esses motivos e muitos outros, as árvores e os espaços verdes em geral são essenciais no combate às alterações climáticas, e têm impactes positivos em diversas questões relacionadas com o ambiente, como a preservação dos solos, a melhoria da qualidade do ar, a regulação do ciclo hidrológico, isto é, o ciclo da água.

A floresta é essencial para o equilíbrio do Planeta, e no combate às alterações climáticas. Mas também não podemos esquecer que atualmente as cidades, apesar de ocuparem apenas cerca de 2% da superfície terrestre, são responsáveis por mais de 60% das emissões de gases do efeito estufa. Ou seja, é nas cidades que se encontra uma das maiores oportunidades de se reduzir a emissão de CO2, e assim combater as alterações climáticas. E, como já vimos anteriormente, um dos melhores aliados que podemos ter na redução da concentração de gases com efeitos de estufa, são as árvores e os espaços verdes em meio urbano, que têm a capacidade de absorver esses gases poluentes.

Além disso, conseguem reduzir significativamente a temperatura nas cidades no verão, reduzindo assim o consumo energético com a climatização. Mas protegendo também vidas humanas. Cada vez estamos mais expostos a fenómenos extremos, e a probabilidade de haver ondas de calor é cada vez maior. E são os mais vulneráveis e os mais desfavorecidos que mais sofrem com estes fenómenos.

Por isso, ao plantarmos árvores nas nossas cidades, estamos a salvar vidas. Não só porque proporcionamos um ambiente mais confortável, mas também mais resiliente, mais capaz de dar resposta a esses fenómenos extremos. Por outro lado as árvores absorvem os gases nocivos e fixam partículas poluentes, evitando assim muitas mortes associadas a doenças respiratórias e cancerígenas. A vegetação em meio urbano desempenha um papel essencial na qualidade do ar.

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Além disso, as árvores aumentam a retenção de água. Não só porque aumentam as áreas permeáveis, mas porque a própria vegetação ajuda a reter água, e ajuda a que a mesma se infiltre no solo.

A Vegetação melhora o microclima. A existência de árvores e outra vegetação nas cidades ajuda a tornar as temperaturas mais amenas. Isto significa que se criam espaços mais frescos no verão, e menos frios no Inverno. Desse modo está-se a reduzir duplamente as emissões de carbono. Reduzimos emissões porque poupamos energia em climatização, e reduzimos a quantidade de dióxido de carbono presente no ar, porque é absorvido pela vegetação.

20
Jan22

Importância dos Espaços Verdes

Elsa Caeiro e Elsa Santos

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Hoje vou falar-vos da importância que as árvores e os espaços verdes em geral têm no combate às alterações climáticas, no combate à degradação dos solos, e na melhoria da qualidade do ar.

Todos os anos assistimos à destruição de hectares e hectares de floresta, e esquecemo-nos do impacto negativo que isso tem no ambiente a todos os níveis. A floresta é essencial para o equilíbrio do Planeta, e no combate às alterações climáticas.

Mas também não podemos esquecer que atualmente as cidades, apesar de ocuparem apenas cerca de 2% da superfície terrestre, são responsáveis por mais de 60% das emissões de gases do efeito estufa. Ou seja, é nas cidades que se encontra uma das maiores oportunidades de se reduzir a emissão de CO2.

E um dos melhores aliados que podemos ter na redução das emissões de gases com efeitos de estufa, são as árvores e os espaços verdes em meio urbano, que têm a capacidade de absorver esses gases poluentes. São inúmeros os benefícios das Plantas e dos espaços verdes em meio urbano. Mas penso que muitas vezes passam despercebidos à maioria das pessoas…

Os espaços verdes absorvem os gases e fixam partículas poluentes, e aumentam a retenção de água. Não só porque aumentam as áreas permeáveis, mas porque a própria vegetação ajuda a reter água, e ajudam a que a mesma se infiltre no solo.

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Por exemplo, uma cobertura ecológica (revestida a vegetação) pode reduzir significativamente o desperdício de água das chuvas. A água das chuvas que cai numa cobertura revestida a vegetação, é inicialmente retida, e só o excesso sairá lentamente através dos tubos de queda. Além disso, permite que parte dessa água volte para a atmosfera através da evaporação. Além disso, essa água pode ser armazenada para outros usos, como por exemplo autoclismos (é imensa a quantidade de água potável desperdiçada com as descargas dos autoclismos).

A Vegetação melhora o microclima. A existência de árvores e outra vegetação nas cidades ajuda a tornar as temperaturas mais amenas. Isto significa que se criam espaços mais frescos no verão, e menos frios no Inverno. A existência de vegetação em redor dos edifícios, e as coberturas revestidas a vegetação, conseguem arrefecer e aumentar os níveis de humidade no verão, ajudando não só a melhorar o microclima, como a poupar energia com os sistemas de climatização dos edifícios.

Desse modo está-se a reduzir duplamente as emissões de carbono. Reduzimos emissões porque poupamos energia, e reduzimos a quantidade de dióxido de carbono presente no ar, porque é absorvido pela vegetação.

Além disso, a vegetação em meio urbano desempenha um papel essencial na qualidade do ar. A vegetação, em especial as árvores, têm a capacidade de depurar o ar, isto quer dizer que têm a capacidade de o limpar, fixando partículas, absorvendo poluentes e dióxido de carbono e em simultâneo libertam oxigénio.

A vegetação nas cidades funciona como um filtro ambiental, uma vez que, ajuda a filtrar as partículas poluentes e o pó que se encontram na atmosfera. O substrato, isto é, o conjunto da vegetação rasteira, raízes e solo, por sua vez, filtram os nitratos, e outras partículas poluentes da água da chuva, evitando assim a contaminação dos lençóis freáticos, e que estas sejam ser arrastadas para os rios e mares.

A vegetação aumenta a protecção contra o ruído. As áreas ajardinadas são bons isolantes naturais e absorvem mais som que as superfícies duras.

Os espaços verdes, além de serem essenciais para a nossa saúde e bem-estar psicológico, fornecem habitats naturais para diversos seres vivos. É a possibilidade de devolver a natureza às cidades.

Por todos esses motivos, é essencial proteger as árvores e trabalhar em conjunto para aumentar os espaços verdes nas nossas cidades. A existência de vegetação é essencial para o nosso bem-estar e para a nossa saúde.

10
Nov21

Dia da Bolota!

Elsa Caeiro e Elsa Santos

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Hoje celebra-se o dia da bolota. O Dia da Bolota celebra-se desde 2009, com o objetivo de consciencializar a população para a importância de proteger a floresta autóctone em Portugal, que é maioritariamente constituída por árvores da família dos carvalhos. A bolota é o fruto do carvalho, assim como do sobreiro e da azinheira.

No entanto a floresta autóctone era constituída por uma grande variedade de espécies. E é essa variedade que é essencial preservar, pois as relações de simbiose entre as diversas plantas, as diversas espécies, são essenciais não só para manter a saúde da floresta, como para preservar a biodiversidade.

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Nas últimas décadas, temos assistido a uma grande destruição da floresta autóctone em Portugal. As plantações florestais constituídas por apenas uma espécie estão muito mais sujeitas a pragas e aos incêndios florestais. É a diversidade que aumenta a resiliência, e ajuda a proteger das alterações climáticas.

A bolota é o fruto do carvalho, assim como do sobreiro e da azinheira, que existem em maior abundância no Alentejo. As bolotas dos carvalhos e dos sobreiros são amargas, e costumavam ser utilizadas para alimentar os porcos que viviam ao ar livre.

As bolotas das azinheiras são doces, e são um ótimo petisco. Assadas são melhores ainda que as castanhas que eu adoro!

Uma excelente forma de comemorar este dia é semear uma bolota com os seus filhos ou netos. Depois acompanhar o seu nascimento, ao longo das próximas semanas, e o seu crescimento ao longo dos anos. É uma actividade divertida para os miúdos, e uma excelente forma de os sensibilizar para a importância de protegermos as árvores e floresta.

Imagino que já devem estar fartos de me ouvir sempre repetir o mesmo, mas é realmente importante proteger as árvores. Disso depende a nossa sobrevivência. A vários níveis, elas são essenciais à vida.

Ainda há poucas semanas a OMS publicou um relatório muito preocupante, onde defende que devem ser tomadas medidas urgentes para evitar o avanço das alterações climáticas e assim salvar a vida a milhões de pessoas, “se não agirmos rapidamente de modo a reverter os efeitos da crise climática, estaremos a avançar para uma catástrofe sanitária iminente”, referem.

E um dos nossos melhores aliados no combate às alterações climáticas são as árvores.

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No entanto, apesar de todos os alertas, de inúmeros estudos demonstrarem não só a importância de preservar as florestas, como aumentar e proteger as árvores em meio urbano, continuamos a ter políticas em relação às árvores onde não favorecemos nem o ambiente, nem a saúde, nem o bem-estar das populações.

A vegetação é essencial para as nossas cidades, e deve ser pensada como extensão dos Edifícios, pois esta, se for bem pensada, pode ajudar a reduzir os consumos energéticos, a tornar os edifícios mais confortáveis e também mais saudáveis. Não esqueçamos, que além de todos os outros benefícios das plantas, elas purificam o ar, e conseguem absorver metais pesados, que são extremamente nocivos para a nossa saúde.

A existência ou não de arborização de grande porte ao longo das ruas, é determinante para a qualidade do ar, e para mitigar os efeitos das alterações climáticas. Por isso, peço que se adoptem políticas que protejam as árvores em meio urbano, que sensibilizem a população para a necessidade de proteger as árvores, e que se encontrem soluções para resolver os problemas das pessoas sem abater as árvores. Os espaços verdes são essenciais para tornar as nossas cidades mais confortáveis, mais amigas do ambiente e mais resilientes às alterações climáticas.

As árvores têm a capacidade de nos dar conforto bioclimático. É essencial criar uma estrutura verde nas cidades, que permita a continuidade dos espaços verdes. Isto melhora a absorção das águas das chuvas, ajuda a regular o ciclo hídrico, a absorção de dióxido de carbono, a qualidade do ar, ameniza a temperatura, e aumenta a multifuncionalidade do espaço público. Propicia a utilização do espaço público e a interação entre as pessoas, o que pode claramente favorecer a economia e o comércio local.

Temos de pensar em soluções baseadas no funcionamento da natureza, e na compreensão dos processos ecológicos. Esta será a melhor forma de prevenir desastres naturais.

A existência ou não de arborização de grande porte ao longo das ruas, é determinante para a qualidade do ar, e para mitigar os efeitos das alterações climáticas. Por isso está no momento de agir. Temos de proteger as florestas e também as árvores nas nossas cidades. Se cada um de nós plantasse pelo menos 10 árvores, de certeza que iríamos ter um mundo melhor!

03
Nov21

É agora ou nunca...

Elsa Caeiro e Elsa Santos

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https://www.youtube.com/watch?v=mGNq2Rln53Y

A uns dias da conferência mundial sobre alterações climáticas, a ONU lançou um vídeo polémico, com o objectivo de chamar as pessoas à atenção. Sugiro a todos que vejam o vídeo, vale mesmo a pena.

Nesse vídeo, um dinossauro aparece para apelar ao mundo para não ignorar as alterações climáticas. O dinossauro entra no famoso salão da Assembleia Geral da ONU em Nova Iorque para dizer aos diplomatas do mundo que “a extinção é uma coisa má”, e permitir que isso aconteça é só estúpido.

Se não agirmos rapidamente de modo a reverter os efeitos da crise climática, estaremos a avançar para uma catástrofe a nível mundial. Existe o risco real e iminente da seca e da escassez de água afectarem o globo de forma sistémica se os países não tomarem medidas urgentes sobre a gestão da água e dos solos para combater as alterações climáticas.

No entanto, apesar de todos estes alertas, parecemos um bocadinho indiferentes. Na realidade, acho que grande parte das pessoas ainda não tomou consciência, que as escolhas insustentáveis que fazemos estão a matar o nosso planeta, e as pessoas. E normalmente quem mais sofre, são os mais desfavorecidos. Se não agirmos rapidamente, cada vez serão mais frequentes fenómenos como cheias, incêndios, tempestades, secas extremas e outros desastres naturais, como consequência das alterações climáticas. Estes eventos estão a afetar a vida de milhares de pessoas, causando milhares de mortes e ameaçando os sistemas de saúde, mas o problema ainda se vai agravar, e muito…

Também a qualidade da nossa alimentação está a ser alterada devido ao aquecimento global, a que se somam outros problemas, como a escassez de água, a poluição do ar, da água e dos solos, a disseminação de doenças, como a malária devido ao aumento da temperatura, e o impacto negativo das alterações climáticas na saúde mental das pessoas.

A verdade é que as alterações climáticas são uma das maiores ameaças sanitárias que a Humanidade está a enfrentar, e o mais grave é que nem sequer temos consciência disso.

Só para ter uma ideia da gravidade do problema: a poluição atmosférica, causa, de acordo com dados da Organização Mundial de Saúde, cerca de 13 mortes por minuto em todo o mundo.

De acordo com declarações da diretora do ambiente, alterações climáticas e saúde da OMS. “Reduzir a poluição atmosférica aos níveis recomendados, reduziria o número total de mortes devido à poluição atmosférica em 80%, ao mesmo tempo que reduziria dramaticamente a emissão de gases de estufa, que alimentam as alterações climáticas.

São múltiplas as questões que se relacionam directamente com o ambiente, e com as alterações climáticas, mas os nossos padrões de consumo, a forma como nos deslocamos e a organização das nossas cidades são determinantes para resolver o problema.

O facto de termos cidades cada vez maiores, que se espalham pelo território vai obrigar-nos a maiores deslocações, para as quais normalmente utilizamos o automóvel. Isto vai libertar gases poluentes para a atmosfera, e consequentemente agravar as alterações climáticas. A forma como gerimos os resíduos também é essencial. A existência ou não de arborização de grande porte ao longo das ruas, é determinante para a qualidade do ar, e para mitigar os efeitos das alterações climáticas.

E todos estes fatores estão intimamente interrelacionados. As cidades são sistemas complexos, e todas as dimensões, todas as escolhas de desenho e organização podem ter um impacto positivo ou negativo no ambiente.

Mas sabemos todos o quanto as árvores são importantes para mitigar os efeitos das alterações climáticas. Elas purificam o ar, absorvem poluentes, libertam oxigénio, absorvem dióxido de carbono, dão-nos sombra, protegem-nos do calor extremo, ajudam a regular a temperatura, ajudam a regular o ciclo hidrológico, ajudam à absorção e retenção das águas das chuvas, regulam a humidade do ar, ajudam a evitar cheias…. E ainda assim continuamos a cortar as árvores nas nossas cidades. Isto mesmo sabendo que elas são um dos nossos melhores aliados no combate às alterações climáticas. Por isso, tal como o dinossauro do vídeo da ONU, pergunto se seremos assim tão burros, que continuamos a cometer sempre e sempre os mesmos erros….

Como diz o dinossauro no vídeo “É agora ou nunca”…

13
Out21

Alerta OMS

Elsa Caeiro e Elsa Santos

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Há cerca de 2 dias a OMS publicou um relatório muito preocupante, onde defende que devem ser tomadas medidas urgentes para evitar o avanço das alterações climáticas e assim salvar a vida a milhões de pessoas

“Se não agirmos rapidamente de modo a reverter os efeitos da crise climática, estaremos a avançar para uma catástrofe sanitária iminente”, referem.

E, numa altura em que os diversos países recuperam da crise sanitária e económica provocada pela Covid-19, a OMS alerta que é essencial considerar políticas integradas de saúde e clima, pelo bem da saúde das populações.

No entanto, apesar de todos estes alertas, parecemos um bocadinho indiferentes. Na realidade, acho que grande parte das pessoas ainda não tomou consciência, que as escolhas insustentáveis que fazemos estão a matar o nosso planeta, e as pessoas. E normalmente quem mais sofre, são os mais desfavorecidos. Se não agirmos rapidamente cada vez serão mais frequentes fenómenos como cheias, incêndios, tempestades, secas extremas e outros desastres naturais, como consequência das alterações climáticas. Estes eventos estão a afetar a vida de milhares de pessoas, causando milhares de mortes e ameaçando os sistemas de saúde. Também a qualidade da nossa alimentação está a ser alterada devido ao aquecimento global, a que se somam outros problemas, como a escassez de água, a poluição do ar, da água e dos solos, a disseminação de doenças, como a malária devido ao aumento da temperatura, e o impacto negativo das alterações climáticas na saúde mental das pessoas.

A verdade é que as alterações climáticas são uma das maiores ameaças sanitárias que a Humanidade está a enfrentar, e o mais grave é que nem sequer temos consciência disso.

Só para ter uma ideia da gravidade do problema: a poluição atmosférica, causa, de acordo com dados da Organização Mundial de Saúde, cerca de 13 mortes por minuto em todo o mundo.

Felizmente que cada vez mais se fala do tema, mas a verdade é que poucos lhe ligam importância.

De acordo com declarações da diretora do ambiente, alterações climáticas e saúde da OMS. “Reduzir a poluição atmosférica aos níveis recomendados, reduziria o número total de mortes devido à poluição atmosférica em 80%, ao mesmo tempo que reduziria dramaticamente a emissão de gases de estufa, que alimentam as alterações climáticas.

São múltiplas as questões que se relacionam directamente com o ambiente, e com as alterações climáticas, mas os nossos padrões de consumo, a forma como nos deslocamos e a organização das nossas cidades são determinantes para resolver o problema.

O facto de termos cidades maiores, que se espalham pelo território vai obrigar-nos a maiores deslocações, para as quais normalmente utilizamos o automóvel. Isto vai libertar gases poluentes para a atmosfera, e consequentemente agravar as alterações climáticas. A forma como gerimos os resíduos também é essencial. A existência ou não de arborização de grande porte ao longo das ruas, é determinante para a qualidade do ar, e para mitigar os efeitos das alterações climáticas.

Todos estes factores estão intimamente interrelacionados. As cidades são sistemas complexos, e todas as dimensões, todas as escolhas de desenho e organização podem ter um impacto positivo ou negativo no ambiente.

Temos de pensar em soluções baseadas no funcionamento da natureza, e na compreensão dos processos ecológicos. Esta será a melhor forma de prevenir desastres naturais.

Os espaços verdes são essenciais para tornar as nossas cidades mais confortáveis, mais amigas do ambiente e mais resilientes às alterações climáticas.

As árvores têm a capacidade de nos dar conforto bioclimático. É essencial criar uma estrutura verde nas cidades, que permita a continuidade dos espaços verdes. Isto melhora o escoamento hídrico, a absorção de dióxido de carbono, a qualidade do ar, ameniza a temperatura, e aumenta a multifuncionalidade do espaço público. Propicia a utilização do espaço público e a interação entre as pessoas, o que pode claramente favorecer a economia e o comércio local.

Na realidade todos estes factores estão directamente integrados e interrelacionados, e directamente relacionados com o desenho da cidade.

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A agricultura urbana também pode ter um impacto muito positivo no ambiente, se utilizar práticas amigas do ambiente, sem químicos, com utilização de composto como fertilizante, com rotatividade de culturas, sem monoculturas… pois na natureza não há monocultura, as plantas estão intimamente relacionadas…

Se tomarmos em consideração todos estes aspectos, é possível ainda mudar, mas isso obriga a transformar as nossas cidades, mas também a nossa forma de pensar.

Aprenda a olhar para a natureza de modo diferente. Com ela podemos aprender a viver melhor!

08
Set21

Desenhar com a Natureza

Elsa Caeiro e Elsa Santos

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Sendo eu arquitecta, não posso deixar de falar em Edifícios, e do seu impacto nas cidades.

De acordo com diversos estudos, os edifícios têm enorme impacto não só no consumo de energia, como na emissão de gases com efeito de estufa, no aquecimento global e nas alterações climáticas. E, apesar das alterações climáticas serem um problema global, exigem respostas locais para solucionar os problemas, pois só com atuação a nível local conseguiremos resolver os problemas globais.

Os edifícios e o desenho das nossas cidades podem fazer toda a diferença na mitigação e na adaptação às alterações climáticas. Tanto o espaço público, como os edifícios e suas envolventes devem ser pensados tendo em conta não só o relevo dos terrenos, mas dando especial relevância ao clima onde se inserem. Devem ser desenhados de acordo com a paisagem onde se inserem, e adoptar princípios bioclimáticos ao nível do projecto. Princípios esses, que não são mais que formas de aproveitar o que a natureza nos dá, para conseguir edifícios mais confortáveis, mais eficientes e mais saudáveis. A vegetação é essencial para as nossas cidades, e deve ser pensada como extensão dos Edifícios, pois esta, se for bem pensada, pode ajudar a reduzir os consumos energéticos, a tornar os edifícios mais confortáveis e também mais saudáveis. Não esqueçamos, que além de todos os outros benefícios das plantas, elas purificam o ar, e conseguem absorver metais pesados, que são extremamente nocivos para a nossa saúde.

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É uma abordagem bastante intuitiva, baseada nos princípios da ecologia, mas a verdade é que nos dá verdadeiramente resultados positivos. No fundo são soluções para a Arquitectura e para o Desenho Urbano baseadas na natureza, conhecidas actualmente como “Natured based solutions”, mas também como princípios de arquitectura bioclimática ou arquitectura ecológica. Que no fundo, não são mais que soluções, para os nossos edifícios e para as nossas cidades, que se baseiam nos princípios do respeito pela natureza, e do seu funcionamento, numa perspectiva de circularidade. Como na realidade acontece com os vários ciclos da natureza: ciclo da água, ciclo do carbono, a respiração das plantas…

E a verdade, é que diversos estudos nos têm-nos demonstrado que no desenho urbano, no desenho das cidades, mas também no desenho dos edifícios devemos mimetizar a natureza, isto é, copiar a natureza. Mas não se trata de copiar as suas formas, trata-se de tentar reproduzir os seus ciclos, o seu funcionamento, aproveitar o seu potencial, e encontrar soluções baseadas nos seus metabolismos.

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A Natureza é essencial para o nosso bem-estar físico e psicológico, mas mais do que isso, sem ela não pode haver vida no Planeta.

Chegámos a um ponto em que é crucial mudar a forma como olhamos para a Natureza… repensar as nossas prioridades e valores… e a natureza pode trazer valor económico. Mas para isso temos de alterar a nossa forma de pensar.

Há muito tempo se fala que estamos a esgotar os nossos recursos, estamos a destruir o Planeta.

Agora está na altura de mudar!

Vou dar alguns exemplos:

A presença de árvores nas cidades é essencial a diversos níveis, não só pelos benefícios para a nossa saúde mental e física, mas também porque são o mais eficaz depurador do ar. Conseguem fixar e absorver partículas poluentes, limpando o ar, e além disso, produzem oxigénio.

As árvores têm a capacidade de absorver o dióxido de carbono presente na atmosfera, responsável pela destruição da camada de ozono e pelas alterações climáticas. E transformam esse dióxido de carbono em oxigénio, o ar que nós respiramos.

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As árvores interferem na regulação do nosso clima. Conseguem torna-lo mais ameno, ou seja, menos frio no inverno, e menos quente e seco no verão. Quer isto dizer que não só são essenciais para tornar as nossas cidades mais confortáveis, como ajudam a reduzir os consumos de energia.

Os edifícios também podem ser pensados para aproveitar a água das chuvas. Há diversas formas de o fazer, que irei abordar num próximo post.

Além disso podemos instalar painéis solares térmicos e fotovoltaicos, para assim produzir águas quentes e energia.

Está nas nossas mãos mudar!

Trabalhemos em conjunto por melhores cidades e melhores edifícios!

O planeta é só um, e precisamos dele para viver!

31
Ago21

Qualidade do ar

Elsa Caeiro e Elsa Santos

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A qualidade do ar tem um impacto direto na nossa saúde e bem-estar, e tem também um impacto direto nas alterações climáticas. É por isso importante alertar, sensibilizar, e envolver toda a sociedade Portuguesa para a proteção da qualidade do ar hoje e no futuro.

O ar é um recurso essencial à vida, e a sua qualidade tem implicações directas e indirectas no ambiente, sendo determinante para a saúde pública e bem-estar da população. Estima-se que, algumas partículas e gases poluentes presentes no ar são responsáveis pela morte de cerca de 6000 portugueses todos os anos. E isto é um verdadeiro problema de saúde pública, que só pode ser minimizado com a ajuda de todos.

Queremos cidades saudáveis. E cidades saudáveis têm necessariamente de ter ar puro, de ser limpas e de se desenvolverem em harmonia com a natureza.

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E como é que eu posso contribuir para melhorar a qualidade do ar?

  1. Sempre que optar por não utilizar o automóvel, e fizer pequenos percursos a pé ou de bicicleta está a contribuir para melhorar a qualidade do ar. Os automóveis são responsáveis pela emissão de muitos gases poluentes prejudiciais ao ambiente e à nossa saúde.
  2. Sempre que possível, opte por utilizar transportes públicos.
  3. Poupe energia, pois muita da energia que consumimos liberta gases poluentes na sua produção.
  4. Proteja as árvores e promova a sua plantação! Parece curioso. Como é que as árvores me vão ajudar a melhorar a qualidade do ar?

Mas árvores são o mais eficaz depurador do ar. Ou seja, conseguem fixar e absorver partículas poluentes, limpando o ar. Além disso, produzem oxigénio. As árvores têm a capacidade de absorver o dióxido de carbono presente na atmosfera, responsável pela destruição da camada de ozono e alterações climáticas. E transformam esse dióxido de carbono em oxigénio, o ar que nós respiramos. Por isso, as árvores são tão importantes! Sem elas não poderíamos viver!

Já pensou nisso? Sempre que proteger as árvores está a proteger o ambiente. Aposto que nunca tinha analisado as coisas desta forma. Mas é verdade! A vegetação, em particular as árvores, são essenciais para garantir a qualidade do ar.

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Por isso, se utilizarmos o automóvel de forma racional, ou seja, o menos possível, e transformarmos as nossas cidades em cidades jardim, estamos no bom caminho. Quando falo em cidades jardim, não se trata de criar jardins (não me refiro ao conceito do Ebenezer Howard), trata-se sobretudo de arborizar passeios em todas as ruas, mesmo nas zonas mais rurais, arborizar os nossos quintais, arborizar as praças, os estacionamentos. Aumentar as zonas não pavimentadas. Só assim conseguiremos cidades mais saudáveis. Não é possível ter cidades saudáveis, sem uma abundante cobertura arbórea. Só assim conseguiremos ar de qualidade.

Respirar ar puro é essencial para a nossa saúde. As ruas arborizadas, além de bonitas e agradáveis, são comprovadamente benéficas para a saúde física e mental.

Além disso, como sabe, as alterações climáticas são em grande medida responsabilidade da enorme quantidade de emissões poluentes que produzimos. Se não mudarmos comportamentos, se não transformarmos as nossas cidades, chegaremos a um ponto em que já não há retorno…

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Lembre-se, que é nos pequenos gestos de todos os dias que podemos contribuir para um mundo melhor.

Tente utilizar menos o automóvel, e sempre que possível vá a pé ou de bicicleta, está a contribuir para reduzir as emissões de poluentes, está a poupar dinheiro, e está a melhorar a sua saúde.

E comece a olhar para as árvores de outra forma. Proteja-as! Não as diabolize…

Está nas suas mãos mudar!

Não esqueça! Os seus gestos fazem a diferença!

25
Ago21

Cidades...

Elsa Caeiro e Elsa Santos

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Sendo eu arquitecta, não posso deixar de falar de cidades. Até porque, as cidades como hoje as conhecemos, têm um enorme impacto no ambiente.

Atualmente, 75% da população europeia vive em cidades. Contudo, o impacto da urbanização faz-se sentir muito para além dos seus limites.

E embora sejam motores da economia europeia e geradoras de riqueza, as cidades estão fortemente dependentes de regiões exteriores para satisfazer as suas necessidades… quer de recursos energéticos, de água, de alimentos,

E têm enorme impacto com as emissões poluentes produzidas, com o lixo, com a impermeabilização de solo…

Vivemos uma crise ambiental sem precedentes. Estamos a destruir o nosso Planeta. Incêndios violentos têm destruído o centro da Europa e os Estados Unidos. No norte da Europa muito recentemente ocorreram violentas chuvas torrenciais tiraram a vida a centenas de pessoas…  Tempestades violentas atingem a américa. O que é que precisamos mais para perceber que as alterações climáticas estão a acontecer, e que é urgente agir! Está a acontecer aqui ao lado, e um dia, vai calhar-nos a nós!

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E as cidades têm um papel fundamental na transformação da crise ambiental…

Mas para isso, têm de começar a ser vistas como sistemas ecológicos, e isto tem ser transposto para o planeamento das nossas cidades. Não podemos deixar que as cidades cresçam de forma inconsequente, como se não houvesse um limite para o consumo de solo e de recursos.

A solução está em pensar a cidade como um metabolismo circular, onde o consumo é reduzido pela implementação de eficiências (eficiência energética, redução de temperaturas, absorção de dióxido de carbono, absorção de água das chuvas, etc), e maximizando a reutilização dos recursos. Devemos reciclar materiais, reduzir o lixo, conservar os recursos não renováveis, insistir no consumo dos renováveis, e maximizar a eficiência ambiental.

E muitas destas eficiências conseguem-se com o desenho urbano, com soluções simples, como a plantação de mais árvores, mas árvores a sério, grandes e com sombra, que possam ajudar a amenizar a temperatura de verão, reter a humidade, e ajudar a infiltrar as águas provenientes das chuvas…

Uma solução aparentemente tão simples, e que esbarra constantemente com tantos obstáculos…

 

 

23
Jul21

Qualidade do ar

Elsa Caeiro e Elsa Santos

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A qualidade do ar tem um impacto direto na nossa saúde e bem-estar, e está também diretamente relacionada com a questão das alterações climáticas.

O ar é um recurso essencial à vida, e a sua qualidade tem implicações directas e indirectas no ambiente, sendo determinante para a saúde pública e bem-estar da população.

Estima-se que, algumas partículas e gases poluentes presentes no ar são responsáveis pela morte de cerca de 6000 portugueses todos os anos.

Normalmente quando pensamos nisso, pensamos que a culpa é das fábricas. Mas elas representam uma ínfima parte do problema. As emissões poluentes são em grande medida produzidas pelas nossas cidades, pelo transporte, e por práticas de pecuária e agricultura intensiva.

E é um problema, que nos afecta a todos, mas que também só pode ser minimizado com o contributo de todos. É por isso importante alertar, sensibilizar, e envolver toda a sociedade para a proteção da qualidade do ar hoje e no futuro.

E como é que eu posso contribuir para melhorar a qualidade do ar?

  1. Sempre que optar por não utilizar o automóvel, e fizer pequenos percursos a pé ou de bicicleta está a contribuir para melhorar a qualidade do ar.
  2. Os automóveis são responsáveis pela emissão de muitos gases poluentes prejudiciais ao ambiente e à nossa saúde.
  3. Sempre que possível, opte por utilizar transportes públicos.
  4. Proteja as árvores e promova a sua plantação! Parece curioso. Como é que as árvores me vão ajudar a melhorar a qualidade do ar?

As árvores são o mais eficaz depurador do ar. Ou seja, conseguem fixar e absorver partículas poluentes, limpando o ar. Além disso, produzem oxigénio.

As árvores têm a capacidade de absorver o dióxido de carbono presente na atmosfera, responsável pela destruição da camada de ozono e alterações climáticas. E transformam esse dióxido de carbono em oxigénio, o ar que nós respiramos. Por isso, as árvores são tão importantes! Sem elas não poderíamos viver!

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Já pensou nisso? Sempre que proteger as árvores está a proteger o ambiente.

Aposto que nunca tinha analisado as coisas desta forma. Mas é verdade! A vegetação, em particular as árvores, são essenciais para garantir a qualidade do ar.

As árvores são sofisticadas máquinas depuradoras que, além de nos fornecerem o oxigénio que respiramos, absorvem o dióxido de carbono, fixam partículas poluentes, e filtram diversas substâncias nocivas para a nossa saúde.

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Respirar ar puro é essencial para a nossa saúde. As ruas arborizadas, além de bonitas e agradáveis, são comprovadamente benéficas para a saúde física e mental. Além disso, como sabe, as alterações climáticas estão na ordem do dia, e são em grande medida responsabilidade da enorme quantidade de emissões poluentes que produzimos.

Por isso, além de tormarmos medidas no sentido de reduzir as emissões de dióxido de carbono e outros poluentes, é essencial plantar e proteger as árvores nas nossas cidades. Queremos árvores junto aos edifícios, nas ruas, nos quintais, nos jardins, nos estacionamentos. Queremos cidades verdes!

Se não mudarmos comportamentos, chegaremos a um ponto em que já não há retorno…

Lembre-se, que é nos pequenos gestos de todos os dias que podemos contribuir para um mundo melhor.

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